Qualquer candidato a prefeito de Olinda, seja de qualquer partido, se não se comprometer com a população com a repopularização do Carnaval olindense, não será bem aceito entre os eleitores que fazem ou gostam e brinca nos folguedos de Momo.
A comunicação virtual será a grande arma para se deflagrar uma maciça campoanha nas redes sociais na Internet. O Carnaval de Olinda só foi popular de 1977 a 1998, quando vereadores da bancada gonvernista durante a administração Jacilda Urquiza, prestaram um grande desserviço a cultura de Olinda, aprovando a Lei do Carnaval que foi reformulada em 2001 pela Prefeita Luciana Santos, mas não abriu mão do poder concentrador contido na lei.Para criar e reformular a lei, as ex-prefeitas fizeram no bom sentido para melhorar a festa e buscaram dentro do próprio carnaval, inspiração se espelhando nos principios hierárquicos das Nações de Maracatu, onde o poder e matriarcal e abloluto, recebendo, assim, os fluidos sagrados dos Orixás Omulu e Abaluaê -que são uguais dentro da seita -.A intervenção do poder público nas sociedades civis carnavalescas, por pura ironia partiu do autor do livro "No Pais do Carnaval".Em 1931, o camarada Jorge Amado, fez sentir ao Executivo que a grande massa do proletariado reunida no carnaval, fazendo criticas ao poder, precisava ser controlada. Para isso, o Governo dava dinheiro e nomeava a comissão.
O uso da metodologia do Ministério do Trabalho-Operários, Sindicatos e Ministério.
Assim, foi criado o Carnaval CHAPA BRANCA -como ficou o de Olinda depois da Lei do Carnaval. Agora, só falta se homenagear in memoriam o carnarada Jorge Amado, o grade articulador para tornar os carnavalescos como massa de manobra do poder dominante.O livro de ANEIDA, sobre Escolas de Samba, detalha a intervenção do poder na cultura popular.
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